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O que é o Concurso

Saiba mais sobre o XII Concurso Literário “Histórias de Natal”

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É um concurso artístico literário, que busca resgatar o sentido cristão autêntico do Natal e promover novos talentos literários entre crianças, jovens e adultos. É organizado pelo CEC – Centro de Estudos Culturais, em parceria com o MVC – Movimento de Vida Cristã, Fundação de Cultura e Turismo de Petrópolis, a Universidade Católica de Petrópolis e a Academia Petropolitana de Letras.

Seu objetivo principal é recuperar o sentido do Natal, entendido como comemoração do nascimento do Senhor Jesus em Belém.

Também busca promover a criação literária entre crianças, jovens e adultos. A cada ano é colocado em destaque algum tema como, por exemplo, o valor da vida humana, a família, a paternidade, a reconciliação e a esperança.

Outro aspecto interessante de Histórias de Natal é que a participação é totalmente gratuita e os trabalhos são inscritos na internet. O concurso conta com um site (www.historiasdenatal.com.br), onde os interessados em participar encontram as bases e regulamentos do concurso, assim como subsídios explicativos do tema do mesmo. Isso facilita a participação de pessoas das diversas regiões do Brasil.

Provavelmente os parágrafos acima resumem bastante bem o que é Histórias de Natal. Mas eu, como idealizador, queria também compartilhar com os leitores a minha experiência ao longo destes dez anos de concurso e alguns aspectos que considero indispensáveis para todos os que desejem se comprometer na fascinante aventura de evangelizar a cultura, por intermédio de diversas iniciativas.

cartaz-historias-de-natal-homeAcredito que um primeiro aspecto a considerar com clareza é o objetivo do projeto. Lembro bem que, desde o princípio, eu tinha bem claro que o objetivo de Histórias de Natal é, ainda que possa soar um pouco redundante, “evangelizar” o Natal, mostrando que as diversas tradições natalinas carregam uma mensagem profunda para o ser humano à luz da Fé cristã. Mensagem essa que foi, em muitos casos, esquecida e banalizada por diversos fatores, o principal deles, creio eu, o agnostiscismo funcional, pelo qual, de maneira quase imperceptível, relega-se a Deus a um segundo e até a um terceiro plano da realidade. Deus existe, mas não é tão real quanto o material, e a sua existência não tem nenhuma relevância na minha vida concreta, aqui e agora. A celebração do Natal, quando entendida no seu sentido profundo, é uma afirmação transbordante do contrário: Deus é tão real que se encarnou, fez-Se um de nós e nasceu em Belém. Nenhuma experiência autenticamente humana é estranha a Jesus, que assumiu realmente todo o humano e iluminou, com a sua vida terrestre, o mistério da vida de cada pessoa.

Uma vez claro o objetivo, penso que é necessário muito diálogo com outras pessoas, para encontrar a melhor maneira de alcançá-lo. Lembreo de ter conversado com muita gente, ao longo dos anos, para ir melhorando e polindo Histórias de Natal. Acredito que é um processo que nunca termina. Devem ser buscados e acolhidos os conselhos de instituições e pessoas com mais experiência no trabalho com cultura. É necessário prestar atenção à cultura local, onde o projeto será desenvolvido, buscando sempre oferecer algo encarnado. Por outro lado, é necessário somar ao projeto todas as pessoas que for possível, que sintam o projeto como seu, ajudando a impulsioná-lo. Histórias de Natal conta com fortes parceiros na cidade de Petrópolis, que o viu nascer: a Fundação de Cultura e Turismo, a Academia de Letras, o Instituto Histórico e a Universidade Católica de Petrópolis.

Outro aspecto que considero fundamental é a atitude de constante reflexão. Tenho a convicção de que toda produção cultural é fruto de uma reflexão antropológica, de um fazer a pergunta “quem sou”, ensaiando uma resposta que se traduza na ação, com seus efeitos imanentes e transcendentes à pessoa humana. Tal reflexão, mesmo quando iluminada pela luz da Fé, fica muitas vezes implícita. Penso que é o nosso papel, como evangelizadores da cultura, trazer essa reflexão sempre ao primeiro plano, explicitá-la, buscando conectar o afazer humano e seus frutos com a nossa identidade de pessoas humanas, reconciliadas por Cristo.

Lembro de uma ocasião em que apresentei o projeto a uma instituição. A pessoa que me recebeu disse-me em um momento do diálogo que acreditava que já tinha sido escrito tudo o que se podia escrever sobre o Natal e que, nesse sentido, não via razões para organizar um concurso de contos sobre o Natal. Penso que por trás desse pensamento existe uma visão das tradições como realidades mortas, que não carregam uma mensagem para a vida humana, em constante fluxo e movimento. Obviamente, não concordo com essa pessoa, e por isso existe Histórias de Natal. A cada ano é proposto um novo tema e sempre me surpreende como basta meditar e refletir um pouco para encontrar novos ângulos, novos matizes que vão descobrindo a inesgotável riqueza dos mistérios da Encarnação e Nascimento de Jesus.

O Natal é também uma festa em que se propicia o encontro com amigos e familiares, com o foco na doação e no serviço. Somos chamados a viver um encontro autêntico com os nossos semelhantes à luz da Fé. E isso é profundamente atrativo para os jovens, que buscam sempre amigos verdadeiros. E no Natal comemoramos o nascimento do melhor Amigo, o Senhor Jesus, que veio ao nosso encontro frágil, humilde e indefeso para salvar-nos da morte e do pecado, para ser Deus conosco.

Muito mais poderia ser dito sobre Histórias de Natal, mas penso que, como uma primeira partilha, é suficiente o que dissemos até aqui. São breves reflexões a partir da experiência de dez anos trabalhando em um projeto de evangelização da cultura. Espero ter contribuido, em alguma medida, com a reflexão de todos os que se descobrem chamados a tão fascinante aventura: a de levar até as raizes da cultura e das culturas do homem a mensagem do Evangelho.

Martín Ugarteche Fernández
Diretor do CEC Brasil